10.15.2010

Diagnósticos diferenciais para uma arte em crise

Alguns reclamaram por eu estar me despedindo de L'Enfant Le Terrible. Se servir como prêmio de consolação, reuni meus melhores textos sobre arte em uma espécie de livroblog, Diagnósticos diferenciais para uma arte em crise. Para quem quiser conhecer o tratamento de última geração, a casa está aberta. Mais ou menos a metade do livroblog é inédita, outra metade circulou por aqui e por outros canais. Todos os textos foram revisados, ganharam imagens e links para outros endereços para facilitar a vida de vocês. Aliás, achei que lidos em conjunto eles fazem muito mais sentido do que quando ficavam dispersos. Os dois blogs ficam melhores assim - mesmo este aqui, fica mais ligeiro depois da partilha de textos.

Em L'enfant Le Terrible, ainda quero postar uma Nota final. Assim que eu tiver tempo.
Não se sintam abandonados, ok? Pode não ser aqui, mas vocês ainda vão receber notícias de mim de outros lugares, online e offline.

Abraços

6 comments:

cahoni chufalo said...
This comment has been removed by the author.
Ivan Hegenberg said...

Oi, Cahoni!

Bom que você gostou!
O Guia é mesmo bem curtinho, não tive espaço físico pra grandes discussões. No blog já fiquei mais à vontade e soltei a mão.
Vasculhe e comente o quanto quiser. Opiniões sinceras, claro.

Abraço!

cahoni chufalo said...
This comment has been removed by the author.
Ivan Hegenberg said...

Oi, Cahoni!

Obrigado pela deferência. Honestidade intelectual é coisa rara mesmo na crítica de arte.
Mas pelo visto, você não é um grande fã da série House. O grande trunfo de Gregory House são os diagnósticos diferenciais, que divergem dos palpites mais óbvios. É um termo usado na medicina, não é invenção da TV.
Agora, quanto à arte, acho que ela pode voltar a ter saúde, desde que se percebam as causas dos seu principais problemas.

Abraço

cahoni chufalo said...
This comment has been removed by the author.
Ivan Hegenberg said...

Os piores são os que vestem jaleco querendo fazer autópsia.
Tirem a arte do IML, não tá morta, não!

Abraço