12.30.2008

Os livros mais bacanas de 2008

O Edson Cruz, do Cronópios, perguntou para os colaboradores do site quais os três livros mais bacanas que a gente leu em 2008. Para quem não viu lá, deixo minha lista aqui:

Caixa Preta, de Amós Oz. Porque este romance epistolar capta as oscilações entre amor e ódio em uma família dissolvida com uma sutileza impressionante.

The De-definition of art, de Harold Rosenberg. Porque os ensaios deste inexorável crítico de arte, se fossem mais lembrados, teriam evitado o vazio teórico que assola as exposições contemporâneas.

O Herói Devolvido, de Marcelo Mirisola. Porque Mirisola pode ser, e é, o escritor mais irritante de nosso tempo, mas transita da podridão para o sublime como poucos.

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Demorou, mas chegou meu exemplar: só ontem pude ler uma resenha muito perspicaz do meu romance de 2007, por Edgar Smaniotto, na revista Scarium n. 22. "Será: ficção científica e filosofia" é, até agora, o texto que melhor captou o que eu quis transmitir no livro. Não sei dizer se é a melhor resenha, mesmo porque o romance pertence ao mundo e é ótimo ver comentários sobre coisas que eu sequer pensei. Mas essa é a que captou o livro da maneira mais próxima do que eu planejava comunicar. Quem quiser conferir, pode encomendar aqui.




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Por hoje é só, até 2009!

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